Quando o amor é sinónimo de dor emocional, é porque está a amar demais. Um sofrimento à espera que ele mude, mesmo sabendo que isso nunca vai acontecer, é amar demais.

 

Estas mulheres atraem-se por homens tempestivos, aventureiros e distantes, ignoram e acham aborrecidos, os “certinhos”.

 

Sentem-se vazias sem ele, embora por vezes seja um tormento estar com ele. Trata-se de uma dependência. Têm medo de ser rejeitadas. Daí fazerem tudo para serem necessárias, estão sempre disponíveis e por isso põem os seus amigos e familiares de parte.

 

Sempre que se apaixonam, acabam por viver uma relação de controlo, de tentar mudar o outro à sua medida. Até podem ver que a relação não vai ao encontro da sua medida, mas não conseguem acabar. O amor torna-se uma necessidade, têm medo da mudança, do desconhecido, medo de abandonar o que conhecem e ir ao encontro do desconhecido.

Para se libertarem deste sofrimento e dor têm de aprender a ser responsáveis por si próprias, a aceitar-se totalmente sem ser necessária a constante aprovação do outro. Valorizar-se a si própria e ao outro sem tentar mudá-lo.

Neste sentido, á medida que as sessões de Psicoterapia vão passando a auto-estima consolida-se, confia-se mais no seu EU, deixando de ser controladora até em relação aos filhos. O grau de culpa melhora, e como consequência, todo o ambiente à sua volta, tanto no relacionamento, como no círculo de amigos e familiares.

Torna-se também mais honesta, mais pura, mais genuína, porque acima de tudo aprende a valorizar a sua serenidade deixando de se atrair pelo drama, pelo caos e pelas lutas. Sente-se livre de satisfazer interesses e necessidades, por isso saboreia melhor a vida. Agora terá o melhor para partilhar, o amor genuíno.

 

Valorize os seus dias com Bárbara Ramos Dias.

Bárbara Dias – Psicóloga @WeCareOn