Ir ao psicólogo? Fazer terapia? Psicanálise? Psi …qualquer coisa? Para quê? Porquê? Não sou maluco (a)? Não preciso de ninguém. Não vou falar dos meus problemas. Contar a minha intimidade a um desconhecido(a)?

Ainda existem muitos mitos e preconceitos a respeito das consultas de psicologia.

Na verdade elas são muito importantes, ajudam as pessoas a autoconhecer-se, a reconhecer as suas angústias, as suas dúvidas, a saber quem são.

Vivemos num mundo desafiante, onde a complexidade do dia-a-dia perturba a nossa essência e nos leva a perdermo-nos numa caótica rotina da qual parece não podermos despertar. Assim, as relações pessoais estão a tornar-se cada vez mais complicadas, confusas e esquecemo-nos de quem somos, o que sonhamos, qual é nosso sonho mais profundo. Esquecemo-nos de nós. A terapia é um espaço onde paramos para refletir sobre nós, os nossos desejos, caminhos, metas, onde escolhemos ter o tempo para nos entendermos, nos conhecermos e nos aceitarmos como somos.

Um bom profissional não aconselha. Conselhos recebemos dos pais, amigos, conhecidos. Se assim fosse, não passariam anos estudando especializando-se, conhecendo novas técnicas e avanços da ciência que são os recursos que utilizam para tratar as pessoas.

O papel do psicólogo é levar a pessoa a refletir sobre as suas questões, auxiliá-la no processo de auto- conhecimento e dar-lhe ferramentas para que encontre as suas próprias soluções e alternativas para resolver os seus conflitos.

O objetivo final da terapia é justamente a independência e autonomia da pessoa, para que através das descobertas realizadas durante o tratamento, ela sinta tranquilidade para enfrentar os desafios que irão ocorrer no decorrer de sua vida.

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Paula Ribeiro – CEO&Founder da WeCareOn