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Diferenças Psicologia/Coaching

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Psicologia e coaching: quais as diferenças?

Todas as pessoas têm as suas necessidades básicas e precisam de suporte, interno e externo, para alcançar aquilo que consideram ideal para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Vencer bloqueios, crenças limitadoras, superar traumas, equilibrar emoções, mobilizar forças, direcionar motivações, ativar a resiliência: tudo isto é fundamental no processo de construção de objetivos duradouros. O coaching e a psicologia são duas metodologias eficazes como apoio no processo evolutivo de cada indivíduo. Procura-se enquadrar o passado, melhorar o presente e construir o futuro desejado, promovendo o bem-estar.

A psicologia ajuda a pessoa a conhecer-se, a resolver os seus conflitos internos, a analisar os seus comportamentos e a transformar situações de desconforto em etapas de crescimento e mudança.

Enquanto a psicologia e a psicoterapia se centram no entendimento da história do indivíduo e no que está para trás, com vista à prevenção e promoção da saúde emocional e mental, o coaching centra-se mais no desenvolvimento pessoal e em processos de liderança. O coaching tem assim o seu foco no futuro, na ação e na ajuda para definir e atingir objetivos.

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Segundo a ICF - The International Coach Federation, o coaching é uma relação permanentemente focada nos clientes e nos respetivos planos de ação, no sentido da realização das suas visões de futuro. Este processo recorre a uma metodologia de questionamento e de descoberta pessoal, de forma a gerar no cliente um nível superior de consciência e de responsabilização. Ao mesmo tempo, proporciona ao cliente uma estrutura de apoio e de feedback. Por outras palavras, o processo de coaching ajuda o cliente a definir e a atingir os seus objetivos pessoais e profissionais com uma rapidez e facilidade que seriam pouco prováveis de outra forma.

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Por Bárbara Tavares

“O Coaching é um processo que tem por objetivo capacitar as pessoas para alcançarem o seu melhor desempenho pessoal e profissional. O Coaching é uma jornada para o sucesso, através da qual a pessoa “descobre” o seu potencial, a sua auto-confiança que lhe permite ir do estado “atual” - do agora - a um estado “desejado” no futuro. É um processo sequencial de procedimentos e ações que visam atingir uma meta ou objetivo. E nesse sentido possui procedimentos definidos; tem um começo, meio e fim; decorre num determinado período de tempo definido; o cliente é levado a buscar novos entendimentos, alternativas e opções capazes de ampliar as suas realizações.”

 

Por Anabela Martins

“A psicologia clínica constitui um domínio da psicologia orientado para os comportamentos e processos psicológicos humanos, incluindo a sua avaliação e compreensão, e a aplicação desses conhecimentos à promoção do bem-estar psicológico dos indivíduos.

Um aspeto central da psicologia clínica é a sua aplicação nos processos de ajuda de indivíduos que experienciam desconforto emocional de algum tipo, isto é, o tratamento de perturbações psicológicas.

'A área da psicologia clínica envolve a investigação, ensino e serviços relevantes para a aplicação de princípios, métodos e procedimentos de compreensão, previsão e intervenção no desconforto ou desajustamento intelectual, emocional, psicológico, comportamental, ou social, aplicados a uma diversidade de populações' (Resnik, 1991).

A psicoterapia é um processo de interação deliberado e planeado para influenciar perturbações do comportamento e estados emocionais de sofrimento que, de acordo conjunto entre a/o terapeuta, a/o cliente e a sociedade, são vistos como precisando de tratamento / intervenção por meios psicológicos maioritariamente verbais, mas também não-verbais em direção a um objetivo partilhado e definido de redução de sintomas ou mudança de personalidade, para os quais existem técnicas ensináveis baseadas na teoria da normalidade e da perturbação / disfunção.

Existem presentemente mais de 500 modelos de psicoterapia, baseados (em maior ou em menor grau) em teorias psicológicas da personalidade adaptativa e/ou da perturbação. Podemos destacar deste vasto número de abordagens, as seguintes abordagens teóricas:

- Psicanálise e terapias psicodinâmicas breves

- Psicoterapias humanistas (centradas no cliente, experienciais, Gestalt)

- Terapias comportamentais, cognitivas e cognitivo-comportamentais

- Abordagens sistémicas

- Terapias integrativas e ecléticas”

 

Por Susana Pereira

'”Todos nós experienciamos ou passamos por situações que provocam ecos emocionais. Ecos que podem durar momentos, horas ou dias. No entanto, há uns que parecem não passar. São tristezas que não nos deixam, frustrações que nos bloqueiam, irritações e zangas que não passam... São ecos que alastram e muitas vezes definem a maneira como reagimos em todas as situações e com todas as pessoas. Tornam-se redes das quais parece difícil libertar-mo-nos, que acabam por nos definir e não nos permitem escolher como queremos reagir e de que forma o fazer. Fazem-nos sentir que não temos opção de escolha e nem podemos ter, provocando muitas vezes sentimentos de sofrimento intenso. E é em situações de sofrimento intenso e desespero que, habitualmente, procuramos ajuda junto de um psicólogo. Quando estamos no limite.

 

Quem deve procurar um psicólogo e porquê?

Apesar de a maior parte das pessoas apenas considerar procurar um psicólogo quando se sente num limite de sofrimento e desespero, a verdade é que o psicólogo pode intervir numa fase muito mais precoce. Quanto mais cedo houver uma intervenção mais rápidos os resultados e mais eficazes.

Os motivos que podem levar alguém a procurar um psicólogo podem variar, nomeadamente mediante a faixa etária.

Estes podem ser alguns dos sinais aos quais deve estar atento...

Quando sente que não mantém relações satisfatórias (amorosas, amigos, família, escola, trabalho, etc) ou as que mantém apresentam constantes dificuldades; quando há sintomas físicos que aparecem constantemente sem aparente justificação; quando parece que há algo que define o decorrer da vida e não é o próprio a definir esse decorrer, mas sim medos, ansiedades, impulsividades, zangas, raivas, etc.; quando parece difícil tomar decisões e elaborar um projeto de vida; quando há problemas de aprendizagem; quando parece que há ecos emocionais que, por mais tempo que passe, não desaparecem...

 

O que posso encontrar num psicólogo?

Num psicólogo pode encontrar um técnico de saúde que lhe proporciona um espaço confidencial onde não há julgamentos, preconceitos, juízos de valor ou criticas. Onde não há pressões ou expectativas e os tempos de cada pessoa são respeitados e acompanhados.

Pode encontrar um técnico formado para ouvir e ajudar recorrendo a técnicas especificas. Em que através da relação terapêutica poderá encontrar respostas, descobrir quem é, conhecer-se melhor e encontrar estratégias para poder lidar com o que o impede de viver de determinada forma.”