Há pessoas que se tornam, quase sem perceber, o ponto de apoio de todos à sua volta. São quem escuta, quem acalma, quem organiza, quem segura quando algo falha. Estão disponíveis para resolver, apoiar e sustentar, mesmo quando já estão cansadas. Muitas vezes, este papel não nasce de uma escolha consciente, mas de uma combinação de responsabilidade, afeto, contexto familiar ou profissional.Cuidar dos outros pode trazer sentido e proximidade. No entanto, quando esse cuidado se prolonga no tempo sem apoio, sem pausas e sem espaço para cuidar de si, começa a ter um custo emocional real. Um custo que tende a ser invisível, porque quem cuida raramente se permite parar para perceber como está.





