No seguimento da última publicação sobre as emoções, em que falamos sobre a tristeza, iremos falar da raiva tal como falamos da tristeza, tanto do ponto de vista teórico como do ponto de vista prático. A face é o reflexo de todo o funcionamento cerebral. Fisiologicamente, as emoções estão conectadas a regiões especificas do cérebro, […]
No seguimento da última publicação sobre as emoções, em que falamos sobre a alegria, desta vez trazemos a sua emoção contrária. Iremos falar da tristeza tal como falamos da alegria, tanto do ponto de vista teórico como do ponto de vista prático. A face é o reflexo de todo o funcionamento cerebral. Fisiologicamente, as emoções […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]
Existe uma forma de cansaço que não se vê. Não é tristeza, não é ansiedade, não é nada que se consiga nomear facilmente. É mais uma espécie de distância entre ti e o que acontece à tua volta. As coisas passam, as pessoas falam, a vida continua, e tu observas tudo como se estivesses ligeiramente […]
Há um padrão que se repete com muita frequência: as pessoas chegam ao acompanhamento psicológico quando já não conseguem mais. Quando o corpo está esgotado, quando as relações estão tensas ao limite, quando a sensação de não aguentar se sobrepõe a tudo o resto. Só então, nesse ponto de ruptura, a ideia de pedir ajuda […]