Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/suporte/public_html/wp-content/plugins/pro-elements/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/suporte/public_html/wp-content/plugins/pro-elements/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/suporte/public_html/wp-content/plugins/pro-elements/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/suporte/public_html/wp-content/plugins/pro-elements/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39
5 Passos para Construir (e Promover) Relações Saudáveis - WeCareOn

Como Construir Relações Saudáveis e Positivas


Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/suporte/public_html/wp-content/plugins/pro-elements/modules/dynamic-tags/tags/post-featured-image.php on line 39

O amor deve ser sinónimo de felicidade, compreensão, empatia e preenchimento, assumindo diferentes formas e medidas. Acima de tudo é importante amarmo-nos a nós, conhecermo-nos, valorizarmo-nos e só depois de realmente o fazermos conseguiremos amar o outro.

 

Muitas vezes, erradamente atrevo-me a dizer, procuramos o outro sob forma de nos completarmos ou sermos mais felizes, mais realizados. Talvez esta procura seja fruto da sociedade em que vivemos, que nos incute entre muitos valores, os de família.

 

Ao longo da nossa vida vamos-nos apaixonando por pessoas e lugares, vamos dando espaço a vivências e experiências que nos transformam, que nos fazem crescer e isso é tão bom.

 

O que são Relações Positivas?

As relações com os outros e connosco próprios são positivas quando trabalhadas e  acima de tudo, quando nos preenchem e completam. É assim que deve ser o amor também. Não é sempre perfeito, mas a verdade é que não tem de o ser.

 

Nenhuma relação é estanque, nem deve ser conformista. Ao invés disso, deve ser vista como transformação e aprendizagem. Mas transformar não é querer mudar o outro mas sim aceitá-lo e com isso, colocarem a hipótese de poderem evoluir juntos.

 

As relações tornam-se tóxicas quando existem ciúmes, desconfianças, exigências, imposições, controlo e/ou dependência. Quando o rumo a seguir segue numa direcção pouco saudável, quase sem nos darmos conta e quando damos, percebemos que aquela relação nos faz mais mal que bem.

 

Como fazer com que uma relação funcione?

 

Para que uma relação funcione não é preciso saber-se os melhores truques, fazer testes de compatibilidade e/ou ter opções mágicas. Acima de tudo é preciso haver amor. Sentirmo-nos felizes ao lado daquela pessoa. Este é o ingrediente principal para começar qualquer coisa, depois há que manter e tornar aquela relação positiva e duradoura. Talvez esse seja a tarefa mais difícil, mas não impossível. Manter um amor sem dor.

 

As relações de início vem acompanhados de uma magia inicial, o deslumbramento, o querer fazer diferente. Mas com o tempo tendem a cair na rotina e no conformismo.

 

Muitos casais (talvez todos) passam por essa fase. Desmotivam, colocam-se em causa e alguns, afastam-se e fecham-se nos seus próprios pensamentos e sentimentos.

 

Saiba que passar por isso é perfeitamente normal e pode ser ultrapassado. A comunicação aqui, assume um papel crucial. É importante que os dois elementos do casal não tenham medo de assumir que isso está a acontecer, e juntos, conseguirem delinear estratégias mais eficazes.

 

Com o passar do tempo somos absorvidos pela rotina, pelo trabalho, pelas responsabilidades (casa, filhos…) e na maior parte das vezes esquecemo-nos de nós e descuramos da nossa relação.

 

É por isso importante estabelecer, entre os afazeres normais, rotinas e compromissos não só connosco mesmos, mas também com a nossa relação.

 

Amar é estar junto e saber-se estar sozinho quando necessário.

 

 

Como desenvolver e promover relações saudáveis

 

Comunicação Assertiva. Saber comunicar é também saber ouvir. Normalmente preocupamo-nos em dizer aquilo que nos magoa, faz feliz e/ou desejamos numa relação. É igualmente importante saber ouvir o outro, os seus medos, as suas expectativas, o que pensa e sobretudo o que sente.

 

Capacidade de Resolução de Problemas. Esta é a “prova de fogo” de muitas relações. A capacidade de desenvolver e aplicar estratégias na resolução de problemas. É importante o foco na solução, ao invés do foco no problema.

 

Capacidade de Reconstrução. Depois de uma situação desafiante (problema) há que seguir em frente. Para que isso aconteça é necessário muitas vezes uma reconstrução, ou seja, apreender e adaptar novos estilos de vida e formas de actuação.

 

Apego saudável. Uma relação visa suprimir a necessidade de conforto e carinho. Quando essa necessidade é satisfeita, é sinal que a relação é positiva. No entanto esse apego deve ser saudável e na medida certa. Ou seja, não nos devemos anular e muito menos criar uma dependência do outro.

 

Aceitação. As relações no início tendem a ser positivas, é a fase do deslumbre. Com o passar do tempo e pelo grau de convivência, existe a tendência de um elemento do casal tentar mudar o outro. Aceitar que o outro não funciona/pensa da mesma forma que nós, é ama-lo da forma como ele é. Amar é não tentar mudar, mas sim compreender e adaptar.

 

 

A verdade é que a dinâmica de um casal passa por inúmeras fases, sendo que, nem sempre estas são harmoniosas e promovem o equilíbrio desejável. Assim, a terapia de casal traduz-se numa ferramenta poderosa para o reencontro da harmonia do casal, bem estar e felicidade.

 

[button link=”https://wecareon.com/pesquisa-avancada/?especialidade_name=&area_de_atuacao=terapia-de-casal&profissional_id=&preco=&local=” class=”content_button” color=”blue” type=”large”]Marcar terapia de casal[/button]

 

 

Raquel Ferreira 

Notícias relacionadas

Três decisões que controlam a nossa vida

O Poder Terapêutico da Música na Saúde Mental

O hábito de não sentir: como a desconexão emocional se instala sem perceberes

O hábito de não sentir: como a desconexão emocional se instala sem perceberes

Quando cuidar dos outros começa a custar demasiado: reconhecer a sobrecarga emocional

Quando cuidar dos outros começa a custar demasiado

Relações sem espaço: o impacto emocional da convivência constante

Relações sem espaço: o impacto emocional da convivência constante

Artigos Recentes do Blog de Bem-Estar

O hábito de não sentir: como a desconexão emocional se instala sem perceberes

O hábito de não sentir: como a desconexão emocional se instala sem perceberes

Há pessoas que continuam a trabalhar, a cuidar dos outros, a cumprir tarefas e a responder a tudo, mas sentem que algo dentro delas está mais silencioso do que devia. Não é tristeza clara. Não é alegria. É uma espécie de neutralidade emocional que parece ajudar a aguentar o dia, mas que, aos poucos, cria […]

Quando cuidar dos outros começa a custar demasiado: reconhecer a sobrecarga emocional

Quando cuidar dos outros começa a custar demasiado

Há pessoas que se tornam, quase sem perceber, o ponto de apoio de todos à sua volta. São quem escuta, quem acalma, quem organiza, quem segura quando algo falha. Estão disponíveis para resolver, apoiar e sustentar, mesmo quando já estão cansadas. Muitas vezes, este papel não nasce de uma escolha consciente, mas de uma combinação […]

Relações sem espaço: o impacto emocional da convivência constante

Relações sem espaço: o impacto emocional da convivência constante

Viver ou passar longos períodos com a mesma pessoa pode ser reconfortante, mas também emocionalmente exigente. Nos últimos anos, a convivência constante tornou-se mais frequente, seja por trabalho remoto, mudanças de rotina ou contextos familiares específicos. O que muitas pessoas não percebem de imediato é que a proximidade contínua, quando não é equilibrada com espaço […]